segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O bom exemplo alemão

Leiam a notícia do Jerusalem Post:


"A senior Hamas official called German Foreign Minister Guido Westerwelle's decision not to meet with members of the Hamas leadership during his visit to Gaza on Monday "insulting," according to DPA.


"It was completely wrong to come to Gaza and not meet with the legal government's representative," Kamal Shrafi stated.


Westerwelle said his decision to not meet with Hamas stemmed from the Gaza leadership's refusal to renounce violence and recognize Israel". 


Absolutamente correta a decisão do Ministro do Exterior alemão. O organismo internacionalmente reconhecido como legítimo representante do povo palestino é a Autoridade Palestina, não o Hamas. O Hamas é um grupo terrorista, que não reconhece o direito de Israel (direito reconhecido internacionalmente) e é um dos principais  responsáveis (não o único) pela instabilidade da região.

Se mais países tivessem diante do Hamas postura semelhante à adotada pelo governo alemão, aqueles se sentiriam muito menos à vontade para continuar advogando a destruição de Israel e ameaçando a população civil israelense e palestina com sua intolerância, seu fanatismo e seus métodos terroristas.

Enquanto o Hamas não abdicar da violência e do terrorismo e não reconhecer o direito de Israel existir, não terá legitimidade para atuar no processo de paz na região e nenhuma nação civilizada do mundo que esteja comprometida com a paz no Oriente Médio deve lhe dar atenção.

Se mais países seguissem o exemplo alemão, mais um passo seria em direção à paz na região, com a criação de um Estado Palestino independente e soberano.

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