segunda-feira, 28 de junho de 2010

Realidade

Uma reportagem do Jerusalem Post noticia que a polícia israelense, em conjunto com o Shin Bet (serviço de segurança), prendeu sete árabes israelenses, membros de uma célula terrorista ligada à Al-Qaida e à Global Jihad. Segundo o agente que chefiou a operação, Avi Elgrisi, essa é uma das mais perigosas células terroristas já descobertas.

Contudo, a parte mais relevante da reportagem, a meu juízo, é a seguinte:

"The Shin Bet also found that after the murder, Ahmed and Janam attempted to travel to an al-Qaida training camp in Somalia to join the fighting against the Christian "heretics" as well as against the US, but were barred from entering Somalia at the Kenyan border". (O Shin Bet também descobriu que após o assassinato [de um taxista isralense, cuja investigação levou à descoberta dessa célula terrorista], Ahmed e Janam [dois dos sete presos] tentaram viajar para um campo de treinamento da Al-Qaida na Somália para se juntarem à luta contra os "hereges critsãos", bem como contra os EUA, mas foram impedidos de entrar na Somália na fronteira com o Quênia).

O que isso singifica? Que, mais uma vez, está provado que esse pessoal não está lutando "contra a opressão isrealense", para "libertar Gaza" ou pela existência de um estado palestino. Tampouco estão lutando contra o "imperialismo americano". Estão lutando contra os infiéis, o que inclui não só os judeus, mas os cristãos. Inclusive os cristãos europeus que aplaudem e apoiam as "frotas humanitárias", que chamam os terroristas de militantes e que se horrorizam quando alguém como Gelert Wilders obtém uma expressiva votação como a que teve nas recentes eleições parlamentares holandesas.

No que se refere ao terrorismo muçulmano, judeus e cristãos estão (ou deveriam estar) do mesmo lado, independentemente de orientação política ou ideológica. Porque a intolerância dos que se colocaram no outro lado não é nem política nem ideológica. É religiosa. Pensar diferente é negar a realidade. Pensar diferente é achar que Hitler ficará satisfeito com a anexação da Áustria, a ocupação dos Sudetos e a remilitarização da Renânia.

Link para a reportagem: http://www.jpost.com/Israel/Article.aspx?id=179765

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